domingo, 11 de dezembro de 2011

POETA SEM POESIA

Permissão
Tolerância mascarada
Avalanche de tudo
Excesso de nada
Ideia permissiva
Liberdade vazia
Escassez de referência
Enfadonha
Prolixa
Miserável.
 “achismos”, “mesmices”
Banalização irreversível
Linguagem de brechó
Acidente de palavras
Pseudo-construtores
Ele, você, eu, nós
Nós! Amarras confusas
Desconstrução vazia
Poeta sem poesia

Alexandre Malosti

2 comentários:

André Bianc disse...

Esta visão do momento vazio que será a nossa redenção. Parabéns!!!

Alexandre Malosti disse...

Redenção do vazio.. isso dá outro poema... mas acredito nisso.... quando conseguimos mergulhar no vazio, voltamos cheio.... e renovados de ideias... Abraços Andre, obrigado pelo comentário ...