Nossas limitações nos cegam.
Estamos tão habituados a seguir
regras, trilhar caminhos traçados por outros e a seguir padrões que ficamos
esperando que nos concedam aquilo que já é nosso.
Ser livre é ter posicionamento, é
poder optar, fazer escolhas e até errar.
As regras sociais existem, mas a
reflexão aqui sugerida é mais ampla e profunda, um diálogo interno que seja
capaz de avaliar que até para ser livre esperamos do outro ou de algo a
concessão daquilo que já nos pertence.
Olhar em nosso entorno e entender
que nossa construção independe dos fatores sociais. Internamente podemos e
devemos exercitar nossa ampla capacidade de discernimento, de liberdade e como
isso irá interagir com o mundo externo é outra história, que nos exigirá posicionamentos, mas que sejam feitos de forma consciente.
Viver livremente é um direito
nosso e somente dessa forma saberemos o que realmente nos interessa nessa vida.
Não cabe a ninguém determinar
caminhos ou escolhas ao outro, isso só acontece quando não exercemos nosso
direito de sermos livres e estabelecermos internamente nossas próprias regras.
